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João Eduardo Costa Cavalcante, teve sua vida marcada por sofrimento e dramas familiares que o levaram ao mundo do crime. Criado em um ambiente espírita, sua vida foi entregue e consagrada ao demônio pela ceita candomblé, ainda quando criança. Porém, Deus mudou a sua trajetória e o nome Barão, adquirido no crime, hoje é referência no meio gospel e trás com ele a transformação e o milagre de uma vida totalmente destruída.
Desde cedo Barão tinha em suas veias o sangue do gueto que por cultura transmite suas aflições em letras profundas e melodias marcantes de hip-hop. Aos 15 anos iniciou o seu trabalho em um grupo de rap secular chamado “Conduta Real”. Sua atuação se limitava ao trabalho de DJ, mas em 1996, ao lado dos companheiros Suborno e MKD, formou o grupo “Versos ao Verbo”. Devido à grande repercussão, em 1998 o grupo foi contratado pela gravadora Discovery e lançou o CD “Só nos Resta a Paz”, que promoveu a estréia de Barão como vocalista.
Sua vida seguia rumos promissores ao lado do grupo, mas foi quase interrompida durante um confronto entre gangues rivais em Planaltina (DF). Barão foi baleado e por pouco não perdeu a vida.
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